É a vitória do id sobre o superego, e ela é definitivamente deliciosa.
Há um tempinho atrás, quando a crise de abstinência blogueira foi mais forte, criei um blog chamado radioativo!. Ignorem a url, algum bastardo já tinha se apropriado do radioativo.wordpress.com. O post a seguir foi postado originalmente lá, mas como eu posso fazer uma lista com dezenas de coisas que eu mesmo não gostei no blog (começando pela url, layout e pelo esfíncter adocicado do wordpress.com) e motivos para eu não voltar pra lá, aí vai um ctrl + v safado, suado e da cor do pecado pra vocês:
Post requentado sabor pizza publicado originalmente no dia 9/10/08.
Então galerinha, como vão as coisas? Aqui vai tudo ótimo. Meu Deus, quanto tempo que eu não escrevo ahajsklsl acho que perdi o jeito com começos de posts. Acho que essa é a hora em que você, ex-leitor do extinto KD, me pergunta por que diabos (heh) eu parei.
Simples, enjoei. Criei o KD quando era apenas um moleque lazarento com meleca no nariz. Enjoei do mesmo visual, estilo, nome, etc. Sabe, chega uma hora em que um garoto precisa crescer. A hora em que ele precisa deixar o Game Boy e os hentais de lado e seguir em frente. A hora em que ele se torna um homem, cria barba, passa a investir na bolsa e vai comer mulher.
Bem, essa hora ainda não chegou pra mim. E eu continuo sendo um moleque lazarento, a diferença é que agora eu assoo o nariz.
Mas então, por que outro blog?
Assim como enjoei de ter um blog, enjoei também de não ter um blog. Sim, sim, eu sou um fresquinho que não consigo parar com o cu quéto. Acontece que nesse período sem o KD, começaram a acontecer cada vez mais e mais coisas interessantes. E sempre que uma coisa interessante dessas acontecia, eu pensava “lololol isso merece um post”. Então eu formulava quase que todo o post em minha fétida mente, mas como simplesmente não tinha onde postá-lo, lá ia eu ter que mandar tudo para a minha Recycle Byn mental. E uma vez na Recycle Byn mental, não tem ctrl + z que faça voltar.
E então eu criei um blog. E cá estou, postando mais uma vez. Ser blogueiro é uma atividade tão viciante quanto tabaco, álcool, maconha ou Tetris.
Novidades? É, eu tenho algumas. Cês querem saber MESMO? Oh céus, cambada de fifis.
Aaahh, agora eu trabalho. Isso mesmo, trabalho, jornada diária e tudo mais. E não tô falando de 5 reais por cortar a grana do Seu Luís daqui de trás: são R$ 200 por mês. Isso mesmo, 200 conto na minha mão, 50 por semana. OH BOY YEAH, vou entupir meu rabo de bonequinhos de plástico, gibis e camisas do Star Wars.
A propósito, agora eu também tenho uma guitarra. Nome dela é Sara.

Ela é... linda.
Fódo. E se você me perguntar, sim, eu já sei tocar Smoke on the water. Até porque... QUEM NÃO SABE TOCAR SMOKE ON THE WATER? OLLOLOLOLLOO. Sotw só não é mais feijão-com-arroz do que Parabéns pra você ou o hino nacional ou qualquer uma do Renato Russo. Todo mundo que tem um violão/guitarra há mais de seis meses sabe tocar no mínimo uma dessas três. Ou todas as três. Ou SÓ essas três, enfim.
Engraçado foi no dia em que eu comprei a Sarinha. Lá estava eu, um completo zé pica entrando pela primeira vez numa loja de instrumentos. Então chega o atendente, um magrelo de no máximo uns 20 anos, cabelo grande, mal lavado e cara de quem passa a noite inteira tocando violentamente. E eu não me refiro a guitarras.
Ok, eu podia até não entender absolutamente nada de guitarras de verdade, mas pelo menos me esforcei bastante pra no mínimo PARECER que entendia.
- Quanto tá essa Tagima aqui?
- Isso é uma Gibson.
- Ah.
- ...
- Err, e essa aqui? Modelo Condor, legal...
- Stratocaster.
- Stratovarius. Quanto?
Yep, falhei miseravelmente. Se bobear, eu sou piada até hoje lá na loja. Fazer o que, né.
- E aí? Tu vais tocar o quê?
- Ahh, róqui.
- Que tipo de rock? CÊ TEM CARA DE EMO, EIN.
- ...
Juro que só não tirei meu PODEROSO CACETE pra fora e surrei o atendente com ele ali mesmo porque isso só atrasaria a aquisição da Sara (L). Comprei uma Stratocaster com sunburst por R$ 345, mais uma capa fuleira de R$ 25 e ganhei um cabo e uma palheta de bônus. Voltei pra casa com um sorriso tão grande que quase podia encostar uma ponta da minha boca com a outra atrás da minha cabeça. Desencapei, liguei no amp (cês sabiam que uma guitarra precisa de um amp? Eu não OlOloloLOlOlOLOLl), admirei-a por uns 15 minutos inteiros e depois comecei a vibrar as cordas com a palheta, mas o som que fazia era tão horrível que eu decidi parar um pouquinho e ir aprender a ler uma tablatura na internet antes de continuar.
Tocar uma guitarra de verdade é relativamente mais complicado do que eu esperava. Pra começar, NÃO TEM BOTÕES. As cordas não vêm em cores, o que simplesmente te impossibilita de saber qual será a próxima nota. Ok, tem uma whammy bar, mas ela não dá mais Star Power. E se colocar a guitarra na vertical, o máximo que vai conseguir é perder as notas e confundir as casas. Pelo menos uma coisa ela tem em comum com uma de Guitar Hero: um cabo. É, cês sabem, um cabo. E eu achando que elas eram wireless...

- ain
Engraçado foi no dia em que eu comprei a Sarinha. Lá estava eu, um completo zé pica entrando pela primeira vez numa loja de instrumentos. Então chega o atendente, um magrelo de no máximo uns 20 anos, cabelo grande, mal lavado e cara de quem passa a noite inteira tocando violentamente. E eu não me refiro a guitarras.
Ok, eu podia até não entender absolutamente nada de guitarras de verdade, mas pelo menos me esforcei bastante pra no mínimo PARECER que entendia.
- Quanto tá essa Tagima aqui?
- Isso é uma Gibson.
- Ah.
- ...
- Err, e essa aqui? Modelo Condor, legal...
- Stratocaster.
- Stratovarius. Quanto?
Yep, falhei miseravelmente. Se bobear, eu sou piada até hoje lá na loja. Fazer o que, né.
- E aí? Tu vais tocar o quê?
- Ahh, róqui.

- Que tipo de rock? CÊ TEM CARA DE EMO, EIN.

- ...

Juro que só não tirei meu PODEROSO CACETE pra fora e surrei o atendente com ele ali mesmo porque isso só atrasaria a aquisição da Sara (L). Comprei uma Stratocaster com sunburst por R$ 345, mais uma capa fuleira de R$ 25 e ganhei um cabo e uma palheta de bônus. Voltei pra casa com um sorriso tão grande que quase podia encostar uma ponta da minha boca com a outra atrás da minha cabeça. Desencapei, liguei no amp (cês sabiam que uma guitarra precisa de um amp? Eu não OlOloloLOlOlOLOLl), admirei-a por uns 15 minutos inteiros e depois comecei a vibrar as cordas com a palheta, mas o som que fazia era tão horrível que eu decidi parar um pouquinho e ir aprender a ler uma tablatura na internet antes de continuar.
Tocar uma guitarra de verdade é relativamente mais complicado do que eu esperava. Pra começar, NÃO TEM BOTÕES. As cordas não vêm em cores, o que simplesmente te impossibilita de saber qual será a próxima nota. Ok, tem uma whammy bar, mas ela não dá mais Star Power. E se colocar a guitarra na vertical, o máximo que vai conseguir é perder as notas e confundir as casas. Pelo menos uma coisa ela tem em comum com uma de Guitar Hero: um cabo. É, cês sabem, um cabo. E eu achando que elas eram wireless...
Raphs diz:E é isso aí. Agora que chega o momento, percebo que perdi não só o jeito pra começar um post, mas também pra terminar um. Então fiquem aí com a foto de um simpático pug saído das profundezas mais obscuras do abismo de Satanás.
tipo
tu quer ter guitarra pra COMEÇAR A APRENDER E SE DEDICAR
ou só pra fazer barulho nos dois primeiros meses depois encostar?
e colocar pendurada na parede
quero matar quem faz isso
looke terá uma guitarra em menos de uma semana, orrô. diz:
pra conectar no play2
ué

- ain
Meu Deus, ahajskld que bicho horrível.







