Segunda-feira, Julho 28, 2008

Adolescência, sexo, drogas e rock 'n' roll

Se eu dissesse que minha adolescência foi passada à base de sexo, drogas e rock 'n' roll, eu não estaria mentindo. Bem, talvez um pouco na parte do sexo e das drogas, pois eu era virgem na maior parte daqueles anos e nunca fui de beber ou fumar.Mas olhando pelo lado bom, até que me sobrou bastante tempo para ouvir música.

Minha educação musical pós-Balão Mágico começou com o grunge, no início dos anos 90. Eu tinha 11 anos quando Nevermind foi lançado. Agora, imaginem vocês, num mundo onde não existia Emo ou New Metal, o estrago que aquelas quatro bandas de Seattle fizeram comigo. Até hoje, 45,32512% da música que ouço influenciou ou foi influenciada por Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden ou Alice in Chains.

O restante do som que ouço eu devo ao Britpop, o MAIOR evento musical da HISTÓRIA da Terra. Nunca houve tantas bandas boas surgindo no mesmo lugar e ao mesmo tempo. No biênio 94-95, o mundo ficou sabendo da existência de Oasis, Blur, Radiohead, Pulp, Elastica, Suede, Stone Roses e diversos outro CLÁSSICOS musicais. Ou seja, eu fui agraciado por ter minha formação musical realizada nos menlhores anos do rock.

Por outro lado, em relação ao sexo eu fui um desprivilegiado. Até os 13 anos, eu estudava em um colégio católico. E vocês sabem como são as alunas de colégios católicos: estão sempre com um terço na mão e dois terços na boca. Só que com esta idade eu era burro demais para chegar nas minhas coleguinhas. Por isso, acabei não aproveitando esta época como deveria.

O que foi um erro, pois se até os 13 anos eu estudava em um colégio de freiras onde minha turma de 36 alunos tinha 7 meninos e 29 meninas, ao mudar de colégio para cursar o segundo grau, a situação mudou. Fui para uma escola técnica e lá haviam 7 garotas.

No colégio inteiro.

Média inferior a 1 guria por turma.

Realizaram?

Obviamente, a concorrência era desleal, principalmente para quem tinha 14 anos e, conseqüentemente, não podia dirigir. Ou seja, eu era um FAIL total, e sem internet.

Pelo menos a situação melhorou depois que entrei na universidade. Garotas davam em cima de mim, mas às vezes eu não conseguia captar as sutis mensagens que elas enviavam.

Na verdade, só fui ser bem-sucedido no campo romântico-sexual da minha vida quando aprendi que devia investir no meu nicho: garotas nerds que gostam de garotos que sabem fazer contas.

Infelizmente não encontrei muitas assim por aí, mas a atual me deixa bem contente, o suficiente para não querer trocá-la por nenhuma outra.

Não, não fui eu que fiz issaí, e cês já devem ter percebido isso logo na parte em que ele diz que não era um desprivilegiado no sexo, com certeza. Na verdade, foi o puto do Marcus da Grande Aboba e estamos só brincando de TROCA-TROCA AOEBLOGS. Pra cês lerem o fabuloso texto que escrevi para o dia de hoje, visitem o Recomendo, Com Cerveja!, o blog do Jovão.
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